A diferença entre duvida e dúvida.

Me peguei escutando Los Hermanos.

É, eu e Los Hermanos sem o 'não curto escutar' no meio.

Não que eu tenha mudado, até pq não acredito que pessoas mudem. Mas a estação sempre muda e nos adaptamos com ela.

AGOSTO feat DESGOSTO

Eu lembro a ultima vez que tive uma conversa com o grandão, na qual eu só reclamava deste mês infeliz. Ele achou exagero, falou que era frescura e etc. Mas é sério, não tenho inferno astral. Tudo é lindo no mês de julho (tirando 2010 que quebrei meu dente no Gate’s Pub um dia antes da comemoração) e tudo que é lindo cai por agua abaixo quando chega o dia 1º de Agosto.

Só um parênteses, acho que deveriam mudar o dia da mentira pro dia 1º de Agosto. Mentira pura esse mês.

A questão é que já que estamos APENAS na metade, resolvi listar o que já rolou:

Meu chuveiro queimou pela 3ª vez;
Minha luminária (aquela da luz contrária, só que eu troquei a que o grandão me deu rs) pegou fogo;
Minha bermuda nova da H&M manchou e ficou branca em algumas partes próximas ao pau;
Minha tigela de vidro EXPLODIU em mil pedaços;
Minha alergia/sinusite virou uma pré-pneumonia;
Meu aumento foi negado de novo;
Minha viagem (primeira viagem) pro RJ não deu certo;
Sentei numa mesa de bar e o grandão estava sentado com um possível NaMoRaDiNho (tomara que morram!) logo atrás;
Não fui aprovado na entrevista de um emprego que estava querendo mais que dinheiro;

Tem mais umas outras coisas que não quero nem mencionar aqui. Mas como só estamos na metade do mês, queria muito fechar este post com chave de ouro:

Segunda (!) fui ao Criolina (!!) no Calaf (!!!) e no meio da minha dança sensual na pista, eu vi um cara que era maior que todos. Aí lembrei do Grandão. Mas virei as costas pra ele, não sou obrigado a lembrar desse fracasso amoroso em plena segunda. Resultado? Ele é amigo de uma colega. Chegou perto, dançou mais desengonçado que o grandão, me puxou pra dançar (!!!!) numa noite hetero (!!!!!) e aí não resisti e fui me apresentar: Prazer, eu sou o Luis. Escutei um: “E AI CARA BELEZA? EU SOU O P-I-R-U-L-I-T-O!”. Aí, eu já mandei um papo reto e falei que era o Sushi e eu nasci para bailar.

Eu praticamente me apaixonaria a primeira vista, se eu já não tivesse vivenciado algo parecido antes, claro.

Resultado: Dançamos, rimos, conversamos, nos abraçamos e o cara me diz que é hetero.

Valeu, agosto.

Relacionamento Aberto


É uma coisa que já tem uns dois meses que me incomoda: RELACIONAMENTO ABERTO. Desde então, tenho tido cada vez mais vontade de escrever sobre isso. Motivação não me faltou, mas depois deste acontecimento na segunda-feira, não dá pra resistir ao seu amor a ojeriza que tenho criado dessa modernidade-hype-cult-new-century, e dedos, pra que te quero?

Quem nunca quis ter as coisas do método mais fácil que atire a primeira pedra. Porém, hoje em dia, acho que nego tem perdido a noção das coisas. Se vem fácil, ok. Se vai fácil, ok também? BULLSHIT.

Conheço uma pessoa, que admiro e amo muito, que nunca teve muita motivação pra se relacionar e sei lá, seu namoro mais longo foi de 3/6 meses. Ele, ao contrário de muita gente moderna (até demais, pra mim), nunca foi desse nicho do “eu não te amo por enquanto, mas te quero junto a mim, aí teremos um relacionamento aberto que pode durar até 3 anos ou mais!”. Não, ele nunca foi desses e pelo visto não será.

De uns tempos pra cá, o inevitável aconteceu: ele conheceu alguém e ambos se apaixonaram. Como um ótimo canceriano, soltei fogos de artifício no varjão, acendi uma vela pro Sto Não Sei O Que Lá (não sou católico) e cantei Whitney Houston no karaokê dedicando toda a felicidade do mundo pra eles. E continua melhor, o cara que é muito culto, artista, inteligente e etc, estava disposto a enfrentar a família e dividir a vida com meu amigo. Quer coisa mais linda?

Lembro do e-mail que recebi informando sobre o casamento dos dois, que tudo fazia sentido, que valia a pena não ter sido sacana e ter sido sincero com todos sem deixar alguém na estante. Eles se casaram, começaram a morar juntos e viveram felizes para sempre. Ou felizes até esta segunda, quando recebi uma ligação do meu amigo: “Olha, descobri que o fulano está me traindo e que na verdade, ele sempre me traiu. Não sei muito bem como reagir, mas ele está me propondo um relacionamento aberto. Como eu o amo muito e sei que a tendência dos gays é ter um relacionamento aberto, estou pensando em considerar. O que você acha?”.

Acho que se ele quisesse uma resposta positiva, ele deveria ter perguntado isso até pra Sônia Abrão, menos pra mim.

Recentemente eu tive uma experiência similar a esta, coisa que né, lidei da minha forma. Conheci alguém, me apaixonei sozinho (porque até hoje, e mesmo ele me dizendo naquela época, não tem que me faça acreditar que ele também se apaixonou) e fiz papel de idiota ao escutar coisas do tipo ‘relacionamento aberto e seus benefícios’. Como disse num post anterior, fui informado que ele “é adepto do amor livre. Do tipo de ter um relacionamento aberto e etc.” Por ser artista, por ser louco, por nunca ter sido amado de um modo convencional ou por não ter gostado o suficiente de mim, ele meio que deixou essa condição para continuarmos juntos. Lembro que no take da ‘SINCERIDADE É MAS E TRADICIONALISMO É MENAS’, ele tentou me explicar que se namorássemos um dia e ele viesse a ficar com outra pessoa, isso seria APENAS uma necessidade física, não é uma traição. É tipo um suprimento carnal e que o amor mesmo, é o que te faz voltar pro teu relacionamento, pra pessoa que você ama.

Ressaltando o que escrevi no outro post, “acho o conceito legal, mas pros outros.” Me chame de antiquado, porém, é assim que eu enxergo essa situação: você vai chupar rola no meio da rua, depois vai vir deitar de conchinha na minha cama, beijar minha boca e tudo isso está ok porque estabelecemos a regra de um livre amor? Liberdade pra mim tem outro significado e compromisso estabelece na minha vida pessoal. E por ser antiquado, é claro que acredito que o amor, também é sacrifício. Vontade todo mundo tem, mas acredito que forte mesmo é o cara que abre mão da piranha gostosa ou do putão da academia mesmo com o tesão nas alturas.

Aí, se você me perguntar sobre traição e etc, te falo que não sou Charlie Brown Jr., mas vou te mandar meu papo reto: Acredito que todo homem trai, independente da sexualidade. Mas calma, é só o que eu acredito devido ao que já vivenciei. Obviamente toda regra tem uma exceção, mas a maioria trai sim. Eu já trai e se bobear já fui traído também. Não é algo que me orgulho de dizer, mas já fiz e foi uma das piores coisas que já fiz na vida. Me arrependi muito de ter feito isso e de alguma forma isso veio pra me ensinar aquilo de ‘não trocaria a dor, pelo que aprendi’. Sofri, voltei de cabeça baixa pra casa, me arrependia cada vez que escutava um “eu te amo” e infelizmente (ou não), tive que aprender na marra que o que os olhos não veem, o coração não sente. Como diz a minha mãe: “errar é humano e fazer este tipo de merda, às vezes acontece. Mas até pra fazer a merda, temos que saber como fazer”.

Tempos depois me recuperei deste erro e tive um relacionamento muito bom. Aprendi e tomei como lição pra vida toda para não fazer de novo. Até porque, se você for uma pessoa boa, quem vai sofrer mais na história é você. E se o relacionamento não estiver bom e você já estiver no seu limite, hoje em dia penso que é melhor terminar. Se o motivo for você não conseguindo segurar o fogo dentro das calças por outras pessoas, não precisa trair, termine o relacionamento e siga em frente. Afinal de contas e por incrível que pareça, tem vários peixes no oceano.

Retornando ao diálogo com meu amigo e meio que muito puto com essa situação, respondi que pra mim relacionamento aberto funciona da seguinte forma:

- Com certeza quem propõe primeiro, é o mais forte. Na cabeça dele, claro. E obviamente a força deve vir da cabeça do pau dele.  Aí, por ele ser o mais forte, propõe por saber que o outro o ama e o aceitará de qualquer forma e fazendo bem o que quer para não o perder. Além de egoísta, é ridículo porque são dois pesos e duas medidas. Quer ver só, olha a minha experiência: faça com que o seu ex apareça de novo na sua vida. ELES PIRAM NA FRAQUEZA, REVOLTA E CIUMES. Cadê o fortão? Além da imbecilidade, a força dele deve ser numerada e proporcional ao formato dos pedaços de cu que ele tem lambido no meio da rua: 0.

- Amor próprio. Bem bacana ter, mas tudo em excesso faz mal. E geralmente, esse excesso aí de amar a si e poder fazer o que quer do jeito que bem entender, é zica. Ou doença mental. Eu amo e amo meu companheiro, mas como eu me amo mais e já estabeleci isso com ele, posso ter casos extraconjugais. Isso pra mim nem chega a ser amor ao companheiro, é frieza pura e coisa de gente que não se satisfaz com o que tem e sempre quer mais. Quase uma ganancia, só que é putaria mesmo. E eu aposto que o amor próprio dele só funciona enquanto ele transa com mais pessoas que você. O dia que você inverter a situação, ele dirá que não tem certeza se te ama e o relacionamento vai por água abaixo.

- E claro, o relacionamento aberto que dá certo. Aquele relacionamento super hype and cool que a maioria inveja ao ver que sim, a liberdade e o amor andam de mãos dadas. Conheço alguns casais que deram e ainda dão certo. Inclusive, já fiquei com um cara que já vive essa mentira aí. Conversei com ele sobre isso uma vez e ele disse que não era a favor no inicio, mas o marido precisava disso, não queria terminar com ele ao mesmo tempo (egoista!) e de alguma forma o convenceu. Embora não queira passar mais 10 anos (pasmem!) fazendo este tipo de coisa com a pessoa que ama, ele me disse que hoje em dia, ele até que gosta dessa vida. É uma vida muito boa né? Eu imagino o quão gostoso deve ser acordar do lado do seu marido e escutar ele dizer “Uai amor, que chupão é esse no seu pescoço?” e ouvir um “Ah amor, foi um japonês que veio aqui em casa ontem e deixou uma marca no meu pescoço, enquanto ele me comia de frango assado, na nossa cama! Rsrsrs”. MUITO LEGAL ESSA VIDA. QUE SENSAÇÃO DE AMOR E LIBERDADE. VIVA AND HALLELLO!!!
Ou então, se você achar que eu exagerei e isso for muito apelativo, tem alguns casais abertos que preferem viver felizes na política mais retardada do mundo: “don’t ask, don’t tell.” Mas peraí, podemos considerar “don’t ask, dont tell” como liberdade?

Viu aí, tudo se resume a confusão nessa porra toda. Sabe aquela coisa do “sim ou não e quem complica é o ser humano”? Pois então, pra mim isso é fato. E de complicação na minha vida, já basta identificar os itens da minha fatura de cartão de crédito, os quais não me lembro de ter gasto.

Resumindo, é isso aí o que me vem à cabeça toda vez que alguém me fala sobre relacionamento aberto.  Embora esse texto tenha sido um dos meus favoritos até hoje, acho que não ele não é para todos e que não vale a pena explicar muito para quem não quer entender, para quem é adepto do relacionamento, para quem é moderno de mais ou para quem nunca vivenciou este tipo de situação.
Entretanto, se quiser tentar confiar em mim e se estiver com preguiça de ler e decorar/entender isso, não precisa de muito não. Pegue sua caneta aí e anote: Relacionamento aberto e suas vertentes são farinhas do mesmo saco.

"Lose your mind, never lose your heart."

Coisa importante a gente não esquece. Porém, por medidas de segurança, decidi marcar esta frase de uma forma que eu nunca esqueça de onde eu perteço, as minhas virtudes, o que acredito e o que quero e não quero para minha vida.

Tenho lá minhas dificuldades e fazer/ viver o que acredito não é lá das coisas mais fáceis do mundo.

É aquela coisa, posso até ter perdido a cabeça, mas meu coração continuará no mesmo lugar de sempre. E não tem quem prove o contário.



Note to self: Sem muita dor, sem sangue e a primeira de muitas. 26/07/2012

and love.


"I’ve come to believe in something I call “The Physics of the Quest”, a force in nature governed by laws as real as the laws of gravity. The rule of Quest Physics goes something like this:

If you’re brave enough to leave behind everything familiar and comforting, which can be anything from your house to bitter old resentments… And set out on a truth-seeking journey, either externally or internally.
And if you are truly willing to regard everything that happens to you on that journey as a clue, and if you accept everyone you meet along the way as a teacher.

And if you are prepared, most of all, to face and forgive some very difficult realities about yourself.

Then the truth will not be withheld from you.

I can’t help but believe it… Give to my experience."

Elizabeth Gilbert

Luz Contrária

É estranho. Eu passei a minha vida inteira, meros quase 25 anos, sem saber o que diabos é luz contrária e pra que caralhas ela serve.

Poderia justificar de todos os jeitos e até dei um google para saber alguma definição. Guess what? Não encontrei nada muito útil não. E se você for ler o que escrever abaixo, pode ser que obtenhas o mesmo resultado do google: nada útil.


Foram exatamente 4 vezes que eu fui apresentado a ele. Quase dois metros de altura, desengonçado pra caralho, meio desleixado, um jeito estranho de se vestir, uma barba meio Los Hermanos e claro, veio de Fuckinópolis (meu mais novo carinhoso apelido, para a cidade que mais amo e odeio ao mesmo tempo: Floripa).

Na quinta vez que nos apresentaram, rolei meus olhos 360º e disse que né, basta. Maconha todas curte e no fundo, memória todas tem. Talvez tenha sido essa virada de olhos no estilo 360º que tenha me aberto um novo horizonte para conversar com ele, já que nas outras 4 vezes foram só “oi, tudo bem e prazer”. Sendo bem sincero, quem nesse mundo ia reparar no sorriso de uma pessoa de 2 metros de altura, desengonçado e vestido com um casaco de tia-crente? Foi só abrir o leque e trocar meia palavra com ele que eu notei o sorriso, o humor ácido e uma vibe meio pangó.

Fomos todos dançar na pista do velvet (o mundo muda) e lá estava ele, fazendo a coreografia mais ridícula do universo. Todos alegres e todos dançando e sorrindo (ainda acho que era da cara dele) e eu lá E-N-C-A-N-T-A-D-O com aquele ser vivo mais estranho que já vi na vida. Como perco o juízo, mas não perco a flertada, no dia seguinte eu dei um jeito de conseguir o telefone dele, e como minha vida anda muito parada, resolvi passar trote. Após explicar quem era, conversamos, falei minhas intenções, levei um fora e não tinha entendido. Marquei de sair com ele (que só queria amizade) e eu jurando que ia ser o date mais lindo da minha vida. E eu que já não quero mais ser um perdedor puritano, parti pro beijo. E que beijo. Beijo que o fez se arrepender de ter me dado o fora, e que ao me explicar a situação, eu quase enfiei uma bala na testa de tanta vergonha. Oh yeah, “eu” e “vergonha” na mesma frase ter o “não tenho” no meio.

Um date, dois dates e no terceiro, ele estava lá em casa. Quando pisco e terminou de guardar minhas coisas na bolsa da sala, ele já está de cueca na minha cama, bolando um cigarrinho mágico, com a escova de dente de bichinho no meu banheiro, peças de roupas espalhadas na minha cama e aquele sorriso mais gostoso do mundo de quem não deve nada a ninguém. E é aí, que eu deveria ter cortado ele ao invés de ter dado corda.

Apaixonei com força, mas preferi ficar calado no ínicio. Estava estampado na minha testa ‘IN LOVE’ e todos já sabiam e já o conheciam. Meu sobrinho Pedro de 11 anos descobriu que sou gay por causa de um encontro inusitado com o Grandão num shopping. E foi no meio de um desses dates, que ele me apresentou um sentimento tão gostoso quando orgasmo: A LUZ CONTRÁRIA. Disse que eu precisava disso, que minhas luzes lá em casa são muito fortes e que a luz contrária causa uma sensação melhor para o ambiente, algo bem tênue, calmo e necessário. Lindo, né?

Como dizem por aí: rapadura é doce, mas não é mole. Em uma de nossas conversas, ele foi bem sincero ao dizer que é adepto do amor livre. Do tipo de ter um relacionamento aberto e etc. Por ser artista, por ser louco, por nunca ter sido amado de um modo convencional ou por não ter gostado o suficiente de mim, ele meio que deixou essa condição para continuarmos juntos. Tentou me explicar que se namorássemos um dia e ele viesse a ficar com outra pessoa, isso seria APENAS uma necessidade física, não é uma traição. É tipo um suprimento carnal e que o amor mesmo, é o que te faz voltar pro teu relacionamento, pra pessoa que você ama. Acho o conceito legal, mas pros outros. E foi assim que eu viajei pra Hong Kong e Atlanta, retornando apenas no dia primeiro de julho, dia que terminaria minha promessa e eu já poderia namorar.

Voltei e ele ficou numa ansiedade pra me ver, assim como eu. Mas com propósitos diferentes, claro. E foi assim que terminou tudo, a agua do rio dele, corre sozinha e LITERALMENTE pro mar, bem vasto e cheio de peixões. A minha não.

Lindo, gostoso, simples e encantador. Esse é o grandão que me apaixonei e que pelo visto, vou continuar apaixonado por mais um bom tempo. Embora eu me esforce pra não pensar, é difícil não sentir. Se a bíblia está certa e a boca fala do que o coração está cheio, eu só tenho a dizer que desde o nosso ultimo encontro, não tem uma vez que chego em casa e fecho os olhos sem imaginar nós dois dançando à luz de velas (acessas por ele enquanto eu estava no banho), ao som de Wake Up Alone (Original Recording) e escutando sem parar: “Quito, acho que estou apaixonado”.

Mais uma experiência e mais um coração partido. E a luz contrária? Talvez seja igual ele, algo bem tênue, calmo e necessário. De alguma forma, ele me iluminou e continua iluminando, assim como a luminária de luz contrária que ele me deu de presente. Mas é fato que não vivemos de luz contrária e se pararmos pra pensar, ela é um momento de prazer que usamos e depois desligamos.

A de lá de casa eu consigo controlar, e eu não vejo a hora de desligar essa outra.

What goes around, comes around.

Já prometi vários posts pra cá, mas olha, tô muito preocupado com isso agora não.

Eu ia começar a escrever sobre o Grandão, minha nova aquisição amorosa. Sério, ele consegue ser um misto do Príncipe com o Dave Babe. Coisa que né, me derrete por dentro e por fora. Só que minha vida tá tão fodida legal que já deu bafo com o ser de 2 metros de altura...

É o seguinte, estamos ficando há quase um mês, tivemos uma conversa tensa no domingo, na segunda meio que tentamos nos ajeitar e a noite, voltei pra casa igual um pinto no lixo, dei uma choradinha, tirei um cochilo e acordei com uma ligação do Papslokspopsico.

Ele voltou pra Brasília. Ele quer me encontrar essa semana.

Stay tuned, galera. O bicho vai pegar!

Update your status.

Queria ser aquelas pessoas fofas tipo o Rafael Parente (via facebook) que atualiza o status dando aquela satisfação de que a vida esta corrida, mas assim que ele tiver um tempo, quer encontrar todas as pessoas e matar a saudade de "ToDAssSssS". Enquanto isso, aquela penca de gente, onde mais de metade obviamente são mulheres, ficam comentando coisas do tipo "cade vcccc?", "vc me abandonouuuu", "vc saiu com fulana e nem me ligou", "aparece logo pfv né amigo sdsss" e etc.

Eu tenho um meio social grande e bem agitado. O que acontece, deixa de acontecer, faço, deixo de fazer, com quem saio, com quem não saio, onde vou e que horas vou, são fatos pertinentes a mim e claramente também decididos por mim. Apenas por mim.

Ao ler isto não entenda como desacato, ou sequer pense que eu deixei de gostar de você, ainda mais por causa de uma ausência social.

Longe de mim ser um FREE SPIRIT, mas quem tem o mínimo de afeto por este Sushi, já deveria imaginar que não se deve cobrar atenção, ainda mais uma atenção EXCLUSIVA. Não que eu não tenha a capacidade de oferecer, até tenho, só não quero e tenho pena de quem exige isso num relacionamento, seja lá qual ele for.

Se a falta de bom senso, carência equivocada e possessividade, três características alheias que mais tem me dado ojeriza este ano, apertar pro teu lado, compre um cachorro e me ligue quando estiver num estado mais agradável.

Conselho / Difícil Realidade [7052]

É fato que ninguém quer uma vida de merda. Se você parar pra pensar e descobrir que sua vida é uma bosta, ou você analisa o que andou plantando por aí, ou vira o cu do avesso para tentar mudar essa situação.

Entendo que se contentar com certas situações, se fazer de louco e acreditar em uma mentira, pode ser considerada uma solução. Não que eu aconselhe ir por este caminho, até porque, no fim das contas, a realidade não vai embora e sua vida continuará uma bosta. E se bobear, ainda pior.

Pedir ajuda não mata e ter humildade para aceitar a realidade e conselhos de quem te ama, só te fará bem. Abusar da vontade alheia é feio e a falta de discernimento ao lidar com o próximo é praticamente abominante. 

Se possível, abra mão do hoje por um amanhã melhor. Seja esperto ou ao menos tente fingir que você age com esperteza, já que a vida é sua e cá entre nós, felizmente (ou não) ela é só uma.

Palavra torta, é melhor calar a boca. Pense bem antes de falar alguma coisa, principalmente se for negativa e para alguém que te ama.

Respeite a pessoa próxima a você e faça o possível para plantar coisas boas. Do contrário, te aconselho a ler novamente, desde o início.

7052

"é bem por ai mesmo. a gente é proximo de uma forma nossa, nunca ficamos mto tempo sem saber da vida um do outro. mas as demais pessoas nao tem nada com isso, a verdade é q eu nunca curti mto relações chiclete aquela coisa de sempre junto, sair junto, etc etc. tanto que critico horrores essa sindrome de andorinha em que as pessoas ficam com mágoa de cabocla se vc vai ao cinema com a e b e nao chama c e d."

Nego mostrando o estilo de vida americano e eu descobrindo o prólogo do meu livro. Essa vida, olha que coisa heim.